A morte, o bem e o mal…

Valmor: Essa próxima com certeza foi uma das melhores da jam. O os riffs do Guilherme evocam uma série de bandas essenciais da galeria de influências Urso, ao mesmo tempo que não soam exatamente como nenhuma delas. É um som que se constrói quase sozinho, não tinha como acompanhar de outro jeito. Esqueci de perguntar ao Guilherme porque o riff em 3:14 caiu fora da “versão de estúdio”, apesar de perceber agora que “Sem Prejuízo” (composta pós-jam) possui tema rítmico similar. Como curiosidade, “Malzbier” recebeu este título bizarro por conta de algo que aconteceu após sairmos da produtora um dia. Nós nos encaminhamos ao alto do viaduto da Carlos Gomes/Nilo para pegarmos nosso ônibus, e notamos um cartaz, escrito a mão, com pregações religiosas quase sem nexo. Munido de minha maldade usual para com os crentes, notei a brecha logo ao lado das palavras “A morte, o bem e o mal”. Pesquei na bolsa minha canetinha preta, e imitando os garranchos do autor, adicionei os caracteres que completavam o título da nossa música.

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