Em estúdio: All Black

Valmor: Bem, logo que saiu a jam estréia do projeto, eu e o Guilherme já nos pusemos a transpôr as idéias em novas canções completas. Recebi visita estratégica do riffmaker em um dia calmo de fim de semana para que pudéssemos trabalhar em cima e o processo foi bem simples: achamos um bpm para a música eleita (“All Black”), e tocamos algumas vezes as idéias que tinhamos, buscando detalhamento. O Guilherme já havia previamente feito uma decupagem de riffs, e utilizamos o método DT/Portnoy de escrever em uma folha o número de repetições de cada parte com indicações específicas de quebradas também. Na parte “calma”, optamos por criar um trecho alternando 7/8 e 9/8, porque não adianta, a gente adora isso. Depois de fechada a estrutura, ele gravou duas camadas de guitarra e eu fiz a batera em cima, com o kit eletrônico ligado ao Reason!

Em posse desta estrutura de bateria e guitarra rítmica, trouxe até a produtora, onde o Brenno fez o primeiro ataque. Poucos dias depois, foi a vez do Andrio trabalhar idéia na faixa. O resultado foi o seguinte:

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