Ensaio #2

Valmor: Para simplificar e aproveitar o excelente esforço, vou reproduzir abaixo a resenha do segundo ensaio confeccionada pelo Guilherme em seu blog Erga Omnes. Na sequência, começo a postar os vídeos do ensaio!

Guilherme: As competitivas agendas de todos nós só permitiu um segundo ensaio quatro meses depois do primeiro. O interregno foi dedicado às gravações das composições daquela jam inaugural e das novas composições, geralmente riffs que mando para o Valmor trabalhar à vontade. Este segundo ensaio foi precipitado fundamentalmente pela perspectiva do nosso primeiro show, que seria em 20/08/2010, no Dr. Jeckyll, mas que acabou frustrado por um compromisso profissional importante do Brenno. De todo modo, não se cogitou desmarcar o ensaio, sobretudo para podermos praticar as composições que estamos formatando e, quem sabe, adicionar novas jams. Brenno (com outro baixo, muito bacana, e sem os pedais de efeitos), eu (utilizei basicamente o timbre do amplificador Soldano do PODxt), Valmor e Andrio (acredito que com menos pedais do que da outra vez) fomos acompanhados por um bom período pela Cris e pelo Marcelo, o qual se responsabilizou por gravações com a máquina do Valmor (a minha ficou posicionada num ângulo contrário ao da câmera do estúdio, mas não captou coisa muito boa).

Sugeri iniciarmos com “Conselhos que Vos Deixo”, e não perdemos muito tempo, nem tocamos mais do que duas vezes, para decorar as suas duas partes (riff e acordes) principais. Mais familiarizados estávamos com o nosso single, “All Black”, que foi tocada umas três vezes. A composição mais recente, “Imigrante”, era a que mais nos despertou curiosidade, pois com os riffs que mandei o Valmor organizou uma faixa bem complexa, com várias partes, algumas das quais bastante intrincadas, mas todas divertidas de tocar. Utilizamos a manha do Dream Theater de escrever uma pauta com os nomes dos riffs e partes e o número de repetições (o Andrio escreveu tudo na lousa do estúdio).

A terceira execução já ficou muito boa, e foi fundamental a dica do Brenno para a parte com os acordes pesados e abafados no meio (contar primeiro até seis, depois até sete). Brincamos um pouco com “Quero Dormir na Minha Cama” (a única que não utiliza afinação drop-C – é padrão um tom abaixo) e chamei “Almoço no Filhote” (esta última precisa ainda de organização). Das que já se encontram no estágio “demo” foram tocadas “A Morte, o Bem e o Malzbier Livre” e “Sem Prejuízo”. Por fim, com o tempo estourando, lembrei de tocar um riff do Andrio que curti muito no primeiro ensaio, “Chafurdando a Miuda”. Só temos esse riff hipnótico, então depois de algum tempo com as guitarras em uníssono, resolvi arriscar e mandei uns licks David Gilmour… quando identifiquei a escala e as notas corretas, achei que o resultado ficou bem massa, liberando o Andrio, o Brenno e o Valmor para mudar eventualmente a base. As tentativas para já marcar o terceiro ensaio na próxima semana foram infrutíferas, mas agosto pode nos revelar novas datas.

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