Ensaio #3

Valmor: O terceiro ensaio não tardou! Por falta de horários no Music Box, arriscamos o Complexo Master (só que sem gravação da casa). O som da bateria estava muito bom, só que a falta de pedestais deu uma limitada nos “embelishments”. O som da banda está visivelmente mais entrosado. Vamos tentar tocar outro o quanto antes, pois os convites pra show já estão brotando. Segue a tradicional resenha do Guilherme, sempre bem detalhada. Logo mais, os vídeos!

Guilherme: Tão logo saímos do ensaio #2 tentamos agilizar no Music Box o ensaio #3; só que a agenda dos caras estava incompatível com a do estúdio, então deixamos em aberto. Dei o toque no Valmor para o Complexo Master e o cara foi rápido em agilizar o encontro nessa semana mesmo. Cheguei com antecedência, bati um papo com o proprietário e recebi notícias de que a situação para um empreendimento daqueles não é fácil (exige fôlego financeiro por tempo indeterminado, aparentemente) enquanto ouvia o ensaio da Procura-se Quem Fez Isso. Instalamo-nos (o Andrio ficou com o Fender Hot Deville e eu fiquei com um do tipo para vários instrumentos) e aquecemos com uma jam na qual toquei o riff de “Ferramenta”. A jam se desenvolveu, o Andrio agregou melodias, e o Valmor sugeriu o título: “Sai Nadando no Riacho Ipiranga”. Tocamos “Conselhos Que Vos Deixo” algumas vezes, sempre com alguma coisa a mais. Sai redondinho o nosso single, “All Black”. Tive bastante trabalho para achar um timbre decente, e não fiquei satisfeito com nenhum, apesar de mexer bastante no EQ do PODxt e nos botões de tom e nos captadores da Fender. O Andrio realmente consegue uns timbres muito bons, com um grave que não alcanço (talvez o segredo esteja nos pedais dele, ou então minha guitar é uma porcaria, ou eu não tenho a manha – o que é mais provável). De qualquer maneira, o volume dele estava bem alto e tentei acompanhar (teve uma hora que achei que as coisas estavam realmente altas), mas o Brenno e o Valmor comentaram que não ouviram muito bem a minha guitar (provavelmente pela posição do amplificador em relação a eles). Como o estúdio tinha preços muito diferenciados para gravação, utilizamos nossas câmeras caseiras (o Valmor levou uma Sony, que logo perdeu a bateria, e eu me responsabilizei pela Panasonic e pela Kodak). “All Black” não precisa mais do que uma execução para sair boa. Então partimos para “Imigrante”, a qual já estamos todos familiarizados e teve boas versões (e é legal ver que todos se divertem de tocar suas várias partes). Fizemos “A Morte, o Bem e o Malzbier Livre” um par de vezes (na segunda eu alterei um pouco um riff heavy que não me parecia funcionando muito bem). Acalmamos as coisas em “Quero Dormir na Minha Cama”, que é bom praticar para agregar partes novas (a ideia é que a minha guitarra toque algo diferente, vou ver se faço a lição de casa – é que acho o riff do Andrio muito bom, então fica difícil criar algo tão bom em cima). O peso voltou com “Sem Prejuízo” e finalizamos com “Chafurdando a Miuda” (que me parece uma excelente para encerrar os trabalhos”. Entre uma e outra o Andrio, o Valmor e o Brenno tocaram “The Crunge” do Zeppelin (e ficou muito legal, apesar de complicadíssima para quem só tinha ouvido sem dar bola) e a melhor do Pelican (foi bom visualizar a posição dos riffs para tirar em casa).

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