Ensaio #4

Valmor: O quarto ensaio contou com um bom número de visitantes. Minha esposa Cris Camboim (vocalista da Worldengine), os camaradas Lucas Rachewsky e Diego Poloni (o último membro de uma das melhores bandas de POA, a Campbell Trio)  e o Bruno Daitx (da Prozak) com a namorada! Eu admito que estava particularmente esgotado, e vou colocar a culpa da maioria das escorregadas que aparecerão nos vídeos nisso. O som da bateria estava particularmente especial (acho que gravaram nela) e isso deu uma pilha extra que estava faltando. Destaque para a jam no finalzinho, que finalmente nos permitiu colocar o nome “O Homem do Bussaco” em um som Urso.

Guilherme (via blog): Na véspera do que seria a estreia da URSO nos palcos, reunimo-nos para o ensaio #4, preparando o show que está agendado para daqui pouco mais de um mês. Fomos acompanhados por Cris, Lucas, Diego e por Bruno e acompanhante por alguns instantes. Pelo que entendi, os caras estipularam um set list: “Conselhos”, “All Black”, “Malzbier”, “Sem Prejuízo” e “Imigrante”. A primeira rodada de cada uma delas (com exceção de “All Black”) foi prejudicada por erros na contagem das repetições. Fizemos, então, uma segunda rodada, que ficou bem melhor, e deu tempo para uma terceira vez. Depois da segunda percebi que o Valmor já estava satisfeito e queria novas jams, mas por outro lado o Andrio estava inquieto pois havia muitos ajustes pendentes, então achei que era oportuno mesmo insistir no set list. Ao final demos mais atenção para “Conselhos” e “Sem Prejuízo”. Deu tempo para tocar “Saí Nadando no Riacho Ipiranga”, “Chafurdando a Miúda” e no final, a instâncias do Valmor (que pediu um riff), toquei um que prezo bastante, meio-Iommi-meio-Cantrell, bom bend lento na 6.ª corda, e andamento lento na execução toda, ao qual fui agregando outro riff, acordes, e tal. Achei que ficou muito boa a jam, e o Valmor aproveitou para nomeá-la “Homem do Bussaco”, que era um título que estava pedindo uma música desse jeito: lenta e uma paulada. Toquei o tempo todo com o timbre Soldano, ao qual agreguei a simulação de Fuzz (e chorus em “Chafurdando”), e me parece que finalmente alcancei um som adequado para acompanhar o Andrio (ele ainda tem mais volume, mas é o solista, então tá justificado). O set list contém só músicas pesadas, então me pareceu que, além de “sem prejuízo” o nosso som é “sem perdão” (deveríamos distribuir paracetamol no dia do show). Conseguimos agendar o ensaio #5 para em seguida.

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