Ensaio #11

Guilherme: Outubro tem sido um mês competitivo, especialmente para o Andrio que tocou com a Superguidis no SWU e abriu para o Green Day (no dia 13/10/2010, que seria do show da URSO no Beco). Com a proximidade do show de 29/10/2010, no Garagem Hermética, agilizamos um ensaio no Music Box, ao meio-dia do sábado 23/10/2010. Particularmente, gostei bastante de voltar ao Music Box, sobretudo quando encontrei dois amplis Marshall a nossa disposição (o Andrio ficou com o JCM900, e eu peguei o Valvestate c/c Behringer). Apesar do tempo decorrido desde o último ensaio – o # 10 -, estávamos afiados e executamos sem reparos o repertório clássico (“Conselhos”, “All Black”, “Malzbier”, “Sem Prejuízo” e “Imigrante”). É muito bom ouvir as duas guitarras bem afinadas nos acordes de “Malzbier”, e a parte do meio ultrapesada de “Imigrante” é linda – uma hora vamos ensaiar a valorização dessa parte, com retardo e tal. Acho que foi a partir de “Sem Prejuízo” que encontrei a configuração ótima do meu timbre; nada como read the fucking manual, então selecionei a saída para o combo preamp no PODxt, e utilizei os timbres que criei em casa: um, o principal, com distorção de um ampli Insane Line 6, compressor com ganho no 40, noise gate, Fuzz Face com EQ flat, e EQ do ampli meio flat, com pouco mais de agudo. Salvei os ajustes que fiz na hora e o som ficou uma pauleira, acho que finalmente consegui igualar a altura do som do Andrio (que tem um ótimo timbre, bem alto e destacado – ouvem-se todas as notas, uma beleza; o meu acabava ficando soterrado). O Valmor acusou o volume alto, mas é da natureza das coisas. Dedicamo-nos, então, a acertar as duas novas do repertório: “Tocaia” e “Into the Void”. A primeira versão de “Tocaia” ficou muito boa – estava concentrado e todas as partes fluiram; nas outras duas (ou três) repetições, estava distraído e não promovi todas as contagens corretamente. O cover do Black Sabbath ficou melhor a cada repetição (umas duas ou três também), e curti muito o timbre das duas guitarras. Entre umas e outras, o Valmor instou-nos a “tocar um Kiss”, perguntei “qual?”, e o Brenno convocou “Love Gun”, que executamos por alguns instantes. Conversas produtivas com Brenno (sobre Gang Music, baixos Music Man), e Andrio e Valmor (aparentemente o melhor do Alice in Chains é aquele com o cachorro de três patas, que eu não tenho… expressei a opinião de que o “Black Gives Way to Blue” é melhor que “Facelift” e “Dirt”… resta comparar, então, com o auto intitulado “AIC”). Quarta-feira que vem nos encontraremos para o ensaio preparatório do show.

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